Fifia 2012 x PES 2012

Faça sua escolha

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sentimento do torcedor

A última vez que a seleção brasileira de basquete masculina foi a uma Olimpíada foi em 1996.

Eu tinha 6 anos. Era novo, mas já conhecia alguns mitos do esporte como Ayrton Senna, Romário e Oscar.

Esse último levou o Brasil a 6º lugar.

Hoje, um pouco mais velho e já tendo visto um pouco mais de basquete e vendo que o Brasil não conseguiu se classificar para as 3 últimas edições do maior evento poli-esportivo do planeta, fiquei muito feliz em ver o Brasil conquistar a vaga.

Pra mim, a CBB acertou quando trouxe Ruben Magnano, quando aceitou a dispensa de Nenê, mais uma vez, e Leandrinho e principalmente, quando acreditou nos garotos do Brasil.

O time está em preparação, isso ninguém tem dúvida.

Confesso, não vejo muito o NBB nem a Euroliga, mas fiquei surpreso com alguns convocados. Já conhecia Marcelinho Machado, por tudo que fez no Flamengo, Giovannoni, Alex e Nezinho pelo último título do NBB, Huertas que foi considerado melhor armador da Europa e da Copa América, mas não conhecia Marquinhos, Rafael Luz, Augusto, Hettsheimeir, etc.

Magnano conseguiu entrosar todos eles, praticarem uma defesa forte, com destaque pra Alex, que ganhou apelido de ‘carrapato’, bom contra-ataque e confiança pra arremessos de três pontos.

Mesmo em preparação, a seleção mostrou a que veio e, mesmo pecando um pouco no último jogo, com nossos jogadores mais experientes, valeu a raça, a vontade, o empenho para voltarmos as Olimpíadas.

Mostramos que nosso basquete tem força, que não precisamos do ‘astros’ da NBA, que só dependíamos do próprio esforço.

Vendo o jogo ontem, fiquei nervoso, chutei o sofá vendo Scola fazer duas bandejas e sofrer a falta. Falei alguns palavrões quando nossa bola de três cismava em não cair. Soltava outros e gritava cada vez que o juiz marcava falta sobre os argentinos. Pulava quando o Brasil conseguia fazer uma cesta e ia a loucura quando os argentinos erravam um lance-livre.

Bom, o lado torcedor nunca quer perder, ainda mais pra Argentina. Mesmo com a vaga, eu queria ganhar e provar que podemos ganhar dentro da casa deles, com basquete de gente grande.

A comemoração já passou, com moicano ou não, estamos nas Olimpíadas e agora é trabalhar, trabalhar e trabalhar!

VAMOS BRASIL!

Pelo torcedor, André de Teves 

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Carimbou

Quando garoto, tive a oportunidade de torcer e muito pelo bravo Oscar e pela seleção de basquete que participou dos jogos Olímpicos de Atlanta 1996. Imaginava que após aquela geração o melhor jogador de basquete sul americano de todos os tempos conseguiria deixar um legado para que o esporte, então segundo no coração dos brasileiros, continuasse a crescer.

Porém, o basquete brasileiro foi engolido pela falta de senso, profissionalismo e pelo dedo pobre dos dirigentes.

Ficamos fora de três Olimpíadas (Austrália, Grécia e China) e o nosso basquete bi campeão do mundo virou chacota mundial.

O cenário trágico e a pressão de esportistas e ex atletas fez com que o basquete buscasse o mínimo de organização, a criação de uma liga forte, o desenvolvimento de novos atletas e a busca pela dignidade. Lendas do nosso basquete como Oscar, Paula, Hortência e entre outros tiveram que mexer suas cartas e mais uma vez ajudar o esporte que tanto amam.

Eis que surgiu o NBB (Novo Basquete Brasil) e com ele voltamos a figurar no cenário mundial.

Na Copa do Mundo o desempenho foi satisfatório e por muito pouco não eliminamos o basquete ouro dos nossos hermanos.

Mas no pré-olímpico das Américas nossa seleção mandou.

Perdeu apenas um jogo (ainda não conto com a final), derrubou um tabu incomodo de 18 anos sem vitórias sobre a Argentina, atropelou os adversários na fase decisiva e chegou as Olimpíadas com méritos totais. Típica classificação indiscutível.

Magnano conseguiu introduzir um sistema defensivo forte que conseguiu sucesso em pouco tempo. Um contragolpe ainda mais poderoso, rápido e letal. Nos fundamentos como arremessos livres e de três pontos nossa seleção ganhou confiança e subiu no índice de aproveitamento.

O trabalho em grupo foi perfeito. Um dos mais equilibrados que já acompanhei.

Individualmente destaco o trabalho de marcação do ala Alex que classifico como o incansável, a raça e a armação consciente de Marcelinho Huertas, a tranquilidade de Giovannoni, o aproveitamento nos lançamentos apresentado por Marquinhos e a surgimento do pivô Hettsheimeir.

A seleção mostrou a cima de tudo comprometimento com o manto sagrado brasileiro e na minha opinião cada um destes atletas que fizeram parte dessa campanha merecem estar em Londres.

Nada de Nenê Hilário e Leandro Barbosa que tiraram o corpo fora quando a seleção mais precisou.

Esse grupo mostrou força e conquistou o objetivo quando poucos esperavam.

O basquete vai aos poucos reconquistando sua posição no coração dos brasileiros.

Por Ederson Manoel

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domingo, 11 de setembro de 2011

Alô torcida do Fogão

Sabe aquele momento que pede uma atitude que faça a diferença?

Sabe aquele momento que precisa aparecer um diferencial?

Pois bem, para o Botafogo de Futebol e Regatas e sua torcida tão sofrida nos últimos anos esse momento chegou.

O Engenhão lotado na ultima quarta feira, 7 de setembro, quando a equipe goleou o Ceará, mostrou ser uma grande arma do Fogão na busca pelo titulo nacional.

O carinho do torcedor mexeu com os jogadores, encheu de moral e colaborou e muito para que a equipe continuasse voando. Venceu desenvolvendo futebol, pegada, mostrou volume, muita disposição e entrega por parte dos atletas que a cada comemoração pareciam viver uma situação nova dentro da sua própria casa.

Chegou a hora de deixar o medo dos últimos anos para trás e confiar na bela e equilibrada equipe que foi montada para  esse campeonato Brasileiro sob o comando de Caio Junior.

Acredito que é o momento para deixar a desconfiança das ultimas competições e virar o décimo segundo jogador que pode tornar o Botafogo praticamente imbatível no Engenhão.

Imbatível em casa, a equipe tende a ganhar corpo e confiança para somar pontos fora na briga pelo titulo.

Motivos para confiar?

Seu goleiro que figura na lista dos selecionáveis a dois anos passa confiança, a zaga esta segura e entrosada, seus laterais ‘voam’, a dupla de volantes afinadíssima, os meias criam, tabelam e finalizam com muita competência e a dupla de ataque formada pelos gringos mostra muita personalidade e confiança.

No banco um comandante que evoluiu e fez a equipe evoluir juntamente e reservas que se não são de luxo, estão em sintonia com o bom momento.

Então torcedor alvinegro faça mais do que sua parte, lote o estádio a cada jogo que falta do segundo turno do Brasileiro 2011 e tenho certeza que esse pode ser o diferencial na busca pelo titulo.

Deixe de lado o medo, a desconfiança, os protestos e leve apenas o seu grito, o seu apoio para que o Botafogo possa ultrapassar esse limite que falta entre a derrota e a gloria.

Chegou a hora de ser o 12º jogador na busca pelo titulo e não na briga pelo rebaixamento.

E você torcedor, pode fazer a diferença.

É só acreditar.

Por Ederson Manoel

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Arrancada para Londres

Brasil venceu a Argentina por 73 x 71 pela Copa América (Pré Olímpico das Américas), exatamente um ano após ter caído para os vizinhos no Mundial da Turquia e quebrando um jejum de dezesseis anos sem vitória contra os nossos vizinhos nos torneios de importância.

Foi uma partida na qual o Brasil se apresentou de duas maneiras bem distintas. Na primeira parte, que durou por todo o primeiro tempo, a equipe brasileira desempenhava uma defesa ruim e no ataque fez o jogo que sempre foi alvo de críticas. De certa forma, o jogo que sempre apresentamos nos últimos quinze ou vinte anos nos torneios internacionais, claro, sem resultados práticos: chute de três pontos desequilibrados, ataques forçados a todo momento e o pior, a burra insistência numa forma que claramente está ultrapassada e somente nos afunda nos jogos internacionais.

No segundo tempo, apesar de começar com um ponto de desvantagem, o Brasil refez seu jogo. Os chutes de três pontos sem cabimento passaram a não existir. Os 18 tiros de longe da primeira parte (com apenas cinco acertos) deram lugar à bolas próximas do cesto, com um volume muito superior às frustradas tentativas de três, que somente aconteceram quando equilibrados e livres, como sempre deve ser.

Ainda no lado ofensivo, não podemos deixar de destacar a partida de Rafael Hettsheimer.O jovem pivô, de nome complicado para nossos padrões linguísticos, fez a partida da vida até agora com a camisa do selecionado. De 11 tentativas, acertou nove, priorizando a técnica debaixo do cesto. Jogando dentro do garrafão, com repertório excelente com as duas mãos, com arremessos de curta/média distância em momentos corretos, sem forçar bolas sem necessidade, causando um problema para o qual não existiu solução por parte dos adversários. Ainda achou tempo para capturar oito rebotes e defender muito bem.

Na defesa, aliás, é que o nosso time conseguiu evitar uma virada que em alguns momentos parecia inevitável. Se na primeira etapa, o fato de ficarmos na frente por quase a totalidade do tempo jogado se deveu exclusivamente pela quantidade de erros dos argentinos em bolas fáceis, com arremessos sem marcação sendo errados, não podemos dizer o mesmo da segunda parte. Uma defesa que contestou os arremessos, fechou com qualidade e brigou pelos rebotes que, claro, errou uma ou outra rotação defensiva, ou teve um rebote ou outro perdido, mas nada além do normal do que acontece com qualquer equipe de basquetebol.

O mais importante: aplicamos o que foi treinado, não deixamos para amanhã, para o tão conhecido e aclamado SE, não focamos nas desculpas para o pós-jogo, não tivemos um grande aprendizado. Até que enfim, ensinamos alguma coisa ! Aos trancos e barrancos, conseguimos evitar que Manu Ginobili e Luis Scola tomassem conta do jogo, que Carlos Delfino pudesse dar seu show particular com cortes e chutes livres, que Pablo Prigioni armasse e ditasse o ritmo da partida como bem entendesse.

Simplesmente defendemos os pick and rolls, que um ano atrás nos eliminaram no Mundial da Turquia. Tivemos certo sucesso ao não deixar Manu esquentar na partida. Scola esteve bem, porém abaixo do que o pesadelo na Turquia. Capturamos os rebotes sem que a Argentina tivesse segundas chances de pontuar e construir ataques a todo momento. Foi uma defesa que foi agressiva, forte, concentrada pelos vinte minutos finais. Uma defesa que todos nós gostaríamos de ver por 40 minutos. Que todos nós torcemos para estar sempre presente.

Retornando ao ataque, é bom lembrar que conseguimos fazer um balanço defensivo muito efetivo e os ataques, apesar de várias vezes não ter a movimentação dos cinco atletas de forma mais bem elaborada, conseguiu reter a bola, jogar com o relógio, usar a paciência por termos a vantagem nos pontos e os laterais tiveram, pela primeira vez em anos, a objetividade de cortar e procurar o pivô, cortar e chutar, cortar e achar alguém livre no perímetro. Saíram do jogo estático do chute de três a qualquer preço, em qualquer momento, de qualquer jeito.

Para a continuidade do Pré Olímpico devemos conter a euforia, fazer uma grande partida com Porto Rico amanhã e claro, pensar em vitória. A partir daí, concentrarmos para o final de semana que resolverá se retornarmos pelas próprias pernas para os jogos olímpicos ou vamos esperar 2016 quando seremos sede.

Que esta vitória seja a primeira de muitas com uma forma diferente de jogar, uma forma que se mostra possível de vencer equipes fortes, mas que difere da nossa filosofia, que nos últimos 10, 15, 20 anos não tem dado nenhum resultado. Hoje foi um dia histórico, mas de forma nenhuma podemos dormir imaginando que o serviço está feito. Temos ainda três jogos para realizar e este foi um primeiro passo muito importante.



Henrique Lima Gonsalves

raoni@draftbrasil.net


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Vitória e Evolução

Brasileiros e uruguaios fizeram o último jogo do primeiro dia da segunda fase do Pré-Olímpico. Acompanhando com afinco as duas seleções, confesso que a boa vitória do Brasil não me convenceu. O placar de 93-66 foi dilatado e tudo mais, entretanto, o Uruguai misto não pode fazer jogo durante dois quartos contra nosso time mais forte.

O jogo começou bem para o Brasil, entretanto, nosso garrafão defensivo teve alguns apagões e Esteban Batista logo chegou perto da casa dos 10 pontos com enterradas e jogadas de giro rápido. Depois, quando o ajuste foi feito, Sebastián Vázquez e Panchi Barrera engrossaram a coisa do perímetro e em certo momento o Brasil não se achava nem atrás, nem na frente. A qualidade individual dos nossos jogadores, os desfalques do Uruguai (Martín Osimani e Mauricio Aguiar) e até a mentalidade de jogo já jogado do técnico Gerardo Jauri foram fatores fundamentais para que no primeiro tempo o jogo não complicasse de vez. No final, uma falta anti-desportiva em Alex garantiu os oito pontos de frente ao final dos primeiros vinte minutos.

No segundo tempo, a defesa melhorou e uma parcial ruim do Uruguai fez com que García Morales e Batista sentassem rápido dando início ao maior garbage time do Pré-Olímpico, cerca de 15 minutos. Aí comparar os elencos vira piada e o massacre foi óbvio. Enquanto o Uruguai jogava com dois garotos sub-20, um reserva do Malvín e um armador de 1,74m, o Brasil estava em quadra com jogadores que jogam na Liga ACB. É por tudo isso que o resultado não empolga.

O empolgante foi Benite, outra vez. O ala-armador fez 21 pontos e chutou com qualidade do perímetro. Infiltrou bem e distribuiu jogo. Caio Torres também teve bons momentos e confesso que Marquinhos me pareceu mais uma vez um ala bastante sólido. Alex na defesa também é sempre um espetáculo a parte (terminou o jogo com 10 pontos).

Do lado uruguaio, Sebastián Vázquez mostrou que se não é um belo jogador como Aguiar, pode pelo menos suprir a falta do jogador na posição 3 com uma função bem específica. Dar a vida em todas as bolas na defesa (sua especialidade) e servir como desafogo ofensivo (contra-ataques e bolas do perímetro após longas rotações). Terminou o jogo com 12 pontos e animou a imprensa do país vizinho. Sebastián Izaguirre com 11 pontos e Bruno Fitipaldo com 9 também mostraram valor. Fitipaldo por sinal mostra um nível interessante nesse torneio. Contra a Argentina já havia feito 11 pontos, lembrando que é um armador de 20 anos ainda sem experiência internacional.

Por fim, o Brasil enfrenta amanhã o Panamá e deverá ter vida ainda mais fácil. Confesso que a defesa do time brasileiro me empolga apenas em alguns momentos e o ataque não me parece exatamente o mais ordenado. Quanto aos uruguaios, desistiram antes da hora de um jogo que podiam ter engrossado com um pouco mais de foco. Jogam três finais a partir de amanhã e precisam de duas vitórias para chegarem na repescagem. Não acredito no feito.

Raoni Moretto

raoni@draftbrasil.net


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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Melhorou

No ultimo post sobre a seleção quando apanhamos da Alemanha jogando um futebol ruim, cheio de erros e principalmente sem confiança eu citei dois erros pontuais, o lateral André Santos e utilizar Robinho como meia armador.

Percebendo que o esquema não estava funcionando e aproveitando a contusão de Robinho, Mano saiu com dois volantes já que Fernandinho foi recuado para dar qualidade no passe e Ronaldinho ficaria responsável para armar o jogo ao lado de Paulo Henrique.

Na lateral esquerda o retorno de Marcelo. Mais jogador, mais experiente e tarimbado para atuar como titular. Sem duvida vai resolver o problema pela esquerda e hoje fez um jogo seguro na marcação e participativo no ataque.

Não houve mágica, a seleção não foi genial, mas foi muito equilibrada em todos os setores.

Mesmo na contusão do meia Paulo Henrique e a entrada de Elias o Brasil conseguiu se manter equilibrado fazendo um bom jogo durante os 90 minutos.

Não atuou contra uma grande seleção, teve um jogador a mais desde os 35 minutos do primeiro tempo, mas não cometeu os mesmos erros dos jogos anteriores.

Outro destaque fica por conta de Leandro Damião que vive melhor fase do que Alexandre Pato e mostrando competência (como tem feito pelo Internacional e agora pela seleção) merece ser mantido para a Copa Roca.

As cobranças continuaram fortes, Mano Menezes sabe disso e já é importante o fato de ter mexido na estrutura da seleção modificando o que não vem dando certo.

O torcedor precisa entender que a safra é nova, os melhores estão ai e estão sendo convocados. A amarelinha pesa, os jogos são mais complicados e se habituar a ela exige tempo.

Com Ronaldinho de volta e alegre, a seleção ganha mais uma ótima opção, ganha respeito, experiência e qualidade na criação

Quanto a seleção de Gana, os caras batem até na sombra.

Por Ederson Manoel

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Para esquecer

O Brasil consegiu ontem em Mar del Plata, sua terceira vitória no Pré-Olímpico das Américas, ao vencer Cuba por 93 x 83. Apesar de vencermos, nossa atuação foi ridícula. Tão ruim que aos escrever este texto e recordar dos principais fatos do jogo, salta aos olhos de qualquer um a falta de fundamentos básicos para grande parte dos atletas presentes no selecionado.Cuba que sofreu trinta pontos de diferença da República Dominicana, quase quarenta da Venezuela e vinte do Canadá, além de não passar dos 69 pontos convertidos, se achou neste jogo contra nossa defesa pífia e nosso ataque inoperante.

Brasil começou melhor e abriu onze pontos, para logo depois se perder em quadra com uma base de reservas que mostrou que não estão preparados para um torneio deste porte e que preocupa para a próxima fase. A vantagem se desfez com velocidade, e o primeiro período terminou em 26 x 20 para o Brasil.

Talvez o melhor momento do Brasil na partida, tenha sido entre o segundo e terceiro período. Melhoramos um pouco na defesa, embora o ataque não tenha melhorado, mas como conseguimos produzir algumas cestas mais simples, nove pontos de vantagem no período foram criados e o Brasil terminou o primeiro tempo jogando abaixo do esperado, porém com 52 x 37 no placar. Vantagem que não era dos sonhos, mas parecia que estávamos mais concentrados.

No terceiro quarto, limitamos Cuba para apenas 14 pontos, com isso, a vantagem de quinze pontos subiu para vinte e dois pontos, ainda que jogando mal, tínhamos neste momento 73 x 51 ao final e a esperança de tranquilidade para o final do jogo.

Mas tudo virou na entrada do quarto período. Cuba marcou uma pressão quadra que deixou claro que não podemos contar com nossos reservas para momentos complicados. Perdidos em quadra e vendo a torcida argentina cooperar com Cuba, os atletas cubanos se animarem e a diferença diminuindo drasticamente, o quarto período foi um verdadeiro show de horrores da nossa parte. Conseguimos nos superar tomando 32 pontos em um período, algo estarrecedor e na dúvida, mais chutes de três para tentar o milagre da bola salvadora, porém na inexistência de um arremesso de dez pontos, nos perdemos completamente e até falta técnica conseguimos levar para Cuba diminuir ainda mais a vantagem. Os vinte e dois pontos de vantagem caíram rapidamente para casa dos dez, chegando à oito, quando Marcelinho Huertas foi requisitado faltando três minutos para o final, como na demonstração que ele é o único ser que consegue ler uma ação ofensiva dentro dos que estavam em quadra e reter a bola, já que vencíamos e não era necessário o desespero dos chutes de três. Faltando um minuto e quarenta, com a diferença na casa dos oito pontos, Cuba ainda tentou de tudo, porém tropeçava na própria falta de qualidade técnica, embora em momemto algum da partida, tivessémos defendido de forma ao menos mediana. Final da partida, Brasil vence por dez pontos, menor diferença para Cuba no torneio, sofrendo 83 pontos no total e 32 no último período, que sinceramente, foi para esquercer.

Pouca movimentação ofensiva fora da bola, dessa forma facilitando o trabalho defensivo de qualquer defesa, nenhuma leitura de jogo por parte dos laterais. Se excluirmos Huertas, o segundo em assistências na seleção é Tiago Splitter, com 10 em 4 jogos. Marcelinho e Marquinhos, por exemplo, somados, tem as mesmas dez assistências que o pivô e mais importante do que qualquer número, não vemos a postura dos laterais em passar as bolas para um companheiro melhor posicionado, apenas temos o velho chute de três sem rebote como recurso, nada além do que assistimos em qualquer jogo do nacional, onde temos 50, 60, 65 arremessos de três pontos.

A defesa foi tão mal, que não impressiona o fato de Cuba ter 42 lances livres à disposição (coverteu 36). Com falhas gritantes e sem nenhuma cobertura que se antecipe à qualquer ação dos cubanos, os lances livres foram sendo criados em uma velocidade espantosa.

Por fim, o que falar da falta de concentração em um jogo de um torneio tão importante. Que o adversário não é forte, todos nós sabemos, mas até por isso temos que nos impor e dar o recado que estamos vivos no torneio, o que claro, ontem não foi passado recado algum. Quem esteve no ginásio ou viu pela televisão, parecia não acreditar em um jogo tão ruim da nossa parte.

Se este basquetebol que foi apresentado ontem vai ser o basquetebol da próxima fase, que todos se preparem para uma longa semana. Que o dia de descanso sirva de muita reflexão para todos, pois com um basquetebol tão medíocre quanto o apresentado ontem, as chances de vitórias caem drasticamente.

O próximo jogo do Brasil é segunda-feira, às 20:30 contra o Uruguai (terceiro colocado do grupo B).
Na terça-feira, enfrentamos o Panamá (quarto colocado do grupo B) também as 20:30. Na quarta-feira, no feriado de Independência, temos a Argentina (primeiro colocado do grupo B), às 18:00 horas e na quinta-feira, temos Porto Rico (segundo coocado do grupo B) às 20:30.


Por Henrique Lima Gonçalves

Equipe Draft Brasil

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domingo, 4 de setembro de 2011

No Morumbi, sinta-se em casa


Foram trinta minutos de domínio do Fluminense que criou três chances claras de gol cara a cara com Ceni, não teve um pênalti marcado pelo arbitro, abriu o marcador e perdeu grande chance de resolver a parada ainda na primeira etapa.

Sinceramente a sensação que eu tenho é de que no vestiário e antes de subir para o gramado o São Paulo não tem preleção, não tem conversa e os jogadores devem escutar apenas os sons da natureza e assim entrarem mansinho para a partida.

Treinamento durante a semana então, é luxo.

O empenho que sobrou contra o Santos na Vila Belmiro está faltando quando as partidas são no Morumbi.

O tricolor dorme, marca mal, erra muito, não cria e normalmente só acorda quando o adversário sai na frente. Hoje nem dessa forma.

Mais uma vez a equipe saiu vaiada para o intervalo, não consegue jogar um bom futebol.

Não gosto de ficar criticando o trabalho dos treinadores, mas Adilson Baptista tem realizado um péssimo trabalho.

Hoje entrou com uma equipe que não daria certo e isso era visível. Rivaldo e Cicero ocupam o mesmo espaço em campo e são jogadores lentos que dificultam a troca de passes rápida do São Paulo.

Rivaldo observado por boa parte da torcida do São Paulo como solução, não pode mais ser considerado o jogador de outrora. Lento, ele ocupa um espaço que acaba atrapalhando principalmente o futebol do garoto Lucas.

Abel Braga soube explorar a falta de senso do treinador são paulino, marcou muito bem Dagoberto e Lucas e matou a partida em duas bobeadas da marcação tricolor. O São Paulo não conseguiu criar uma jogada ofensiva e obrigar Diego a fazer qualquer defesa. O pênalti mal marcado pelo arbitro não serviu como animo.

Mas você torcedor vai dizer que falta Luis Fabiano, mas desde quando o centroavante vai conseguir fazer toda essa diferença se a bola não chega com qualidade na frente?

Em 2005 e 2006 o São Paulo jogou futebol e foi eficiente. Em 2007 foi extremamente eficiente. Em 2008 teve sorte e foi competente. Em 2009, 2010 e 2011 a equipe não consegue nem ser eficiente e nem jogar um bom futebol, só relapsos.

A realidade torcedor é complexa, o São Paulo que não joga futebol e marca mal (detalhe é o alto numero de expulsões) vai sofrer sempre em casa.

Fora dela vai sobreviver dos rápidos contra golpes e por isso segue na parte de cima da tabela. Só que até quando?

Depois de perder para Botafogo e Vasco no Morumbi, hoje foi a vez do Fluminense passear em solos paulistas.
Por Ederson Manoel

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Com cara de Corinthians


Muita besteira se falou durante os dias que sucederam o confronto entre Corinthians e Palmeiras, vencido pela equipe do Palestra Itália.

Como se o alvinegro não fosse uma equipe normal, capaz de passar pelos mesmos apertos que os seus adversários estão passando na briga pelo titulo. Como se no Parque São Jorge não se pudesse errar e onde não é permitido perder.

Naquela ‘cultura’ imbecil e de forma silenciosa a algumas rodas atrás, já era possível ouvir burburinhos de que Tite poderia cair. Ele veio a publico e deixou claro toda a insatisfação com a falta de reconhecimento pelo trabalho realizado o nacional desse ano.

Talvez ainda pague pelo titulo perdido ano passado, do qual não foi responsável direto e ou até mesmo pela eliminação da Libertadores.

Mas na semana onde o Corinthians foi ‘Corinthians’ nos bastidores, voltou a ser ‘Corinthians’ dentro de campo.

Um grande jogo contra um Grêmio que parece evoluir nas mãos de Celso Roth e com o retorno do meia armador Douglas, que diga-se de passagem, para guardar magoa da saída do alvinegro do parque. O que jogou o meia hoje contra o Corinthians, mais uma vez no Pacaembu, foi brincadeira. Mesmo derrotado foi para mim o destaque individual da partida.

O Grêmio segue ao estilo do técnico, retranqueiro. E cometendo erros que tem lhe custado pontos importantes.

O Corinthians correu o tempo todo, encurralou o adversário como costuma fazer no inicio de cada tempo e parecia querer dar uma resposta aos críticos.

Claro que não foi brilhante, precisou de uma mãozinha do arbitro, mas foi com cara de Corinthians. Suado e com muitas dificuldades já que precisou atuar quinze minutos com dois homens a menos, Liedson e Edenilson expulsos, para segurar a pressão do clube gaucho.

Conseguiu e saiu de campo ovacionado pela fiel como costuma acontecer quando a equipe se apresenta da maneira como foi hoje, com brio.

Se vai ser campeão ou se vai manter a pegada nós não podemos cravar porque assim como as outras equipes, o Corinthians também vive momento inconstante amigos jornalistas.

Mas se atuar da mesma formo como atuou hoje, mostrando o verdadeiro espírito da camisa, vai ser difícil de ser batido.

Quem é o líder?

Por Ederson Manoel

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Impressionante como o futebol brasileiro apresenta um equilíbrio absoluto.

A cada edição do campeonato nacional disputado por pontos corridos, sistema utilizado desde 2003, o equilíbrio só cresce a cada edição.

Mesmo em 2011 que conta com Neymar e Ganso atuando pelo Santos, Ronaldinho Gaucho reforçando o Flamengo, Vasco com Juninho Pernambucano, São Paulo e Corinthians esperando por Luis Fabiano e Adriano, a briga segue acirradíssima.

A verdade é que a cada rodada aumenta a responsabilidade do pelotão da frente.

E quando a responsabilidade é grande, o futebol costuma ficar em segundo plano na busca pelos três pontos.

Corinthians e Flamengo beiraram a perfeição e pareciam deslanchar em dado momento do turno. Arrancada, boas partidas, goleadas e tudo parecia caminhar bem até aparecerem às lesões, suspensões, improvisações e agora a falta de confiança.

O São Paulo sofreu durante o primeiro turno com troca de técnico, contusões e desfalques por conta das convocações para seleção brasileira principal e sub-20. Ainda espera contar com o reforço de Luis Fabiano e dos primeiros colocados é a única equipe que ainda não está preparada e segue inconstante.

Vasco atual campeão da Copa do Brasil também segue inconstante na competição e vira uma incógnita com a contusão do treinador Ricardo Gomes que vitima de um AVC, não deve voltar neste ano.

Hoje a equipe que mais empolga é aquela de quem menos se esperava, o Botafogo.

O alvinegro carioca está com a confiança em alta, vem de uma bela sequencia de vitórias e conta com valores como Loco Abreu, Elkeson, Felipe Menezes, Maicosuel e da boa fase dos laterais Cortês e Lucas.

Basta saber se diferentemente dos outros concorrentes, o Fogão vai conseguir manter o aproveitamento e o futebol dos últimos nove jogos.

Finalizando o pelotão que briga pelo titulo está o Palmeiras do técnico Luiz Felipe.

Enfatizo o nome do treinador porque sem duvida é o seu trabalho competente que mantém o Palmeiras na briga ao final do turno. Contratou dois centroavantes, sendo que Fernandão ex Guarani conta com quase dois metros de altura, para reforçar ainda mais a bola parada. Lembra do Grêmio que contava com Paulo Nunes, Arce e Jardel? Será que não existe semelhança?

No pelotão do meio Internacional, Cruzeiro e Fluminense decepcionam. Não conseguem emplacar uma boa sequencia e mesmo com elencos dentre os melhores do pais, não acredito que modifiquem a situação.

Inter conta com um elenco envelhecido. Cruzeiro vive um momento de transição e vem recorrendo as categorias de base. Já o Fluzão, perdeu o melhor jogador do brasileiro em 2010, Conca e não conta com a boa fase de Fred.

Atlético de Goiás, Figueirense e Ceará com boas campanhas, devem se manter na primeira divisão e brigar por vaga na Sul Americana.

O Santos vai garantir o ‘bem estar’ do seu elenco pensando no Mundial Interclubes e no grande confronto diante do Barcelona.

Na parte de baixo me preocupa muito o péssimo futebol apresentado pelo Atlético Mineiro e a falta de sorte do Bahia. Dois campeões brasileiros que a muito sofrem com péssimas campanhas, falta de títulos, pressão da torcida e desorganização para disputar os pontos corridos.

O Atlético, por exemplo, já se perdeu em contratações incógnitas e dispensas inexplicáveis.

O Atlético do Paraná ganhou força sob o comando de Renato Gaucho, está a sete jogos invicto e conta com um bom elenco. Acredito que deve deixar a zona de rebaixamento nas próximas rodadas.

Avaí é uma incógnita, mas o caminho é espinhoso para sair da péssima situação e quanto ao América de Minas, bom a situação do coelho já está definida.

O certo é que o torcedor pode esperar emoção até a última rodada e no campeonato mais equilibrado do mundo, só é possível cravar o rebaixamento do América e olhe lá.

Será que algum clube vai ser capaz de se soltar e jogar um bom futebol, ou o torcedor vai acompanhar apenas a briga pelos preciosos três pontos?

Dezenove rodadas para conhecer o campeão brasileiro de 2011.

Façam suas apostas.

Por Ederson Manoel

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Estréia esperada

Brasil e Venezuela entraram em quadra para uma das partidas mais esperadas do primeiro dia. É verdade que a seleção de Rubén Magnano ingressou a quadra como favorita ao duelo, entretanto, não era de se esperar um jogo fácil, afinal, os venezuelanos possuem bons talentos individuais, um belo treinador e um craque da bola que é Greivis Vázquez.

A vitória brasileira se deu principalmente por um ótimo quarto período aonde a defesa finalmente encaixou e o ataque foi mortal. Me agradou a atuação defensiva de Alex Garcia e também suas boas jogadas ofensivas em momentos pontuais. Splitter e Huertas como sempre se mostraram jogadores do mais alto nível. Marcelinho Machado e Guilherme também provaram que não é a toa que brilham em território sul-americano. Porém, o jogo chegou a ser até mais difícil do que o previsto, afinal, em alguns momentos ficamos sem respostas para as ofensivas da seleção da Venezuela. Melhorar a defesa é fator fundamental para sofrer menos nessa competição, afinal, é visível que a Venezuela não é o adversário mais complicado que enfrentaremos em Mar del Plata.

Por fim, vale ressaltar que a vitória é importante. Mesmo sem sobrar nada, ganhar no primeiro jogo da competição é sempre fator fundamental para esquentar os motores e partir rumo aos objetivos propostos. Creio que essa seleção tem um núcleo interessante de jogadores e pode render mais que hoje. Com os ajustes defensivos necessários e a manutenção da qualidade e movimentação ofensiva, devemos vencer mais jogos e com menos dificuldades. É preciso estar pronto, mais adiante podemos não ter a mesma chance de decidir tudo nos dez minutos finais.

Os cestinhas do duelo foram Vázquez com 26 pontos e Splitter com 17. Huertas e Guilherme ainda anotaram 16 pontos cada um. O Brasil joga amanhã contra o Canadá pela segunda rodada.

Raoni Moretto

raoni@draftbrasil.net


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Surpreendeu


Das três e meia até as seis da tarde o controle de casa trabalhou. Procurei a melhor opção e entre zapear acabei parando no mosaico.

Vasco e Flamengo, São Paulo e Santos tiveram seus jogos complicados por expulsões logo no primeiro tempo das partidas e o líder Corinthians fez um jogo ruim contra o Palmeiras de Luis Felipe.

‘Chateado’ por ver jogos deste tamanho devendo muito futebol, decidi que não iria escrever até ver o jogo entre Figueira e Avaí.

Jogo movimento que deixou Atlético Mineiro e Cruzeiro no ‘esquecimento’.

Quatro gols, chances e pênalti perdido pelo Figueira, bola na trave por parte do Avaí e ótimas defesas por parte de Wilson e Felipe e quando imaginei que deveria criticar a rodada de clássicos, eis que Figueirense e Avaí salvam a noite do futebol brasileiro.

Vibrantes, as equipes não entraram em campo pensando em perder ou se defender. Jogaram em um ritmo alucinante e surpreenderam.

Jorginho faz um trabalho digno de elogios. Conseguiu montar uma boa equipe, determinada, bem postada e apostando sempre na velocidade dos seus rápidos atacantes. Conta com Julio, Elias, Rafael Coelho e com a experiência de Ygor ex-Fluminense.

O Avaí fez um belo primeiro tempo parando na ótima atuação do goleiro Wilson.

O Figueira foi mais organizado e perigoso durante o segundo tempo. Levou mais perigo e poderia ter vencido a partida.

O Avaí sofre muito desde a eliminação na Copa do Brasil. Parecia que conseguiria fazer mais um bom campeonato nacional. Sucumbiu a desorganização e a troca de técnicos. Venceu o líder Corinthians mas, não emendou uma sequencia como a do Atlético de Goiás por exemplo.

Hoje foi valente, vibrou, correu e foi castigado sendo bem mais perigoso na primeira etapa.

Venceu na estrela do artilheiro Willian e depois de jogadas incríveis.

O Figueirense já embaçou a vida dos lideres e vai continuar dando muito trabalho, principalmente nos jogos dentro do Orlando Scarpeli.

No domingo dos clássicos gigantes, Figueira e Avaí salvaram o domingo em um grande jogo.

Parabéns as duas equipes porque por essa eu não esperava.

Por Ederson Manoel

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Vettel perto do bi-campeonato

Quando falamos de esporte profissional e de alto nível, falamos também de disputa e competição.

Na Formula Um essa competição não ocorre a muitos e muitos anos.

Desde a geração que consagrou Ayrton, Piquet, Mansel, Prost e viu o inicio da carreira de Schumacher, maior campeão da categoria, o esporte não contagia mais ninguém.

O Alemão voador domínio o esporte por praticamente uma década abocanhando 7 títulos mundiais. Quebrou todos os recordes e soube se beneficiar pela era da segurança e dos investimentos. A Ferrari através de uma estrutura fantástica deu a Schumacher o que havia de melhor e mais seguro para que ele se tornar-se a lenda ‘numérica’ da Formula Um moderna.

É verdade que depois do Alemão, o titulo circulou por varias mãos.

Porém sempre da mesma forma. Uma equipe (com um piloto) dominando boa parte do ano, com um carro muito acima dos demais e vencendo a temporada com facilidade e antecipação.

Em 2011 Vettel constrói uma vantagem após a vitoria em Spa que na minha opinião já lhe da o titulo. Se não fosse por algumas derrapadas ao longo da temporada, já seria campeão matematicamente.

Para os brasileiros a situação é ainda pior.

Desde a morte de um dos nossos maiores ídolos, Ayrton Senna, o Brasil vive um ostracismo muitas vezes humilhante no esporte.

Bruno Senna a nova esperança não anima muito. Parece um piloto igual a grande maioria que participa da competição. Vai guiar um carro melhor nas próximas corridas e vamos ver se as minhas expectativas estão corretas ou incorretas.

Massa parece ter perdido um pino depois da ‘molada’ que levou no GP da Hungria. Desde então não consegue ser competitivo e usa os erros de equipe para acobertar sua falta de talento.

Rubens perdeu sua oportunidade.

E a rede Globo vai perdendo a cada ano sua grande audiência nas manhas de domingo. Porque faltam qualidade e competitividade no esporte.

Não venham me enganar com essas historia de kers, asa e ultrapassagens no pelotão intermediário. Nada disso deixa a Formula Um competitiva e isso afastar o verdadeiro torcedor.

Já prestigiei muito.

Mas hoje prefiro descansar um pouco mais aos domingos.

Por Ederson Manoel

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domingo, 28 de agosto de 2011

Que faaaase!

Pontos corridos às vezes enche tanto o saco do torcedor, que qualquer partida de mata-mata torna-se interessante.

Já disse varias vezes que por fragilidade o Palmeiras não proporciona um bom espetáculo aos seus torcedores, mas sempre que vejo um jogo do alviverde do Palestra eu nunca saio com a sensação de que os jogadores não deram o máximo de si física, técnica e taticamente.

Hoje não foi diferente.

O Vasco atual vencedor do único torneio de mata do país entrou em campo com uma equipe mista e nem um pouco a fim de jogo. Passou o primeiro tempo inteiro errando e assustando muito pouco. Sabia que um gol resolveria sua situação e não foi buscar esse tento.

Mesmo limitado o Palmeiras que repito não se entrega, deixou esse blogueiro animado com a possibilidade de acompanhar uma partida cercada dos meandros do mata-mata.

Aproveitou a fragilidade do Vasco, fez os dois gols que precisava para levar a partida para os pênaltis e forte parecia partir para decidir o confronto ainda no tempo normal.

Porem, o Vasco que acertou um bom elenco para a temporada deu o tom que acompanhamos durante toda Copa do Brasil e com um gol incrível de Jumar, indefensável para o goleiro Marcos, marcou o gol que precisava para eliminar o Verdão.

Sorte do Vasco que está em um ano maravilhoso onde tudo da certo e, diga-se de passagem, depois de mais de dez anos de muito azar, rebaixamento e falta de títulos, a equipe volta ver a danada sorrir.

O Palmeiras que vinha no mesmo barco do Vasco e que até aqui não conseguiu descer.

Hoje o alviverde foi valente, lutou, foi bem melhor do que o adversário, criou oportunidades, mandou bola na trave e viu o fraco volante Jumar acertar o ângulo do goleiro Marcos e com esse gol minar as chances palestrinas.

Infelizmente não passou e o Palmeiras amarga mais uma eliminação.

O jogo foi muito legal, o melhor dos confrontos da Sul Americana até aqui.

O Vasco continua com a sua sina de sorte aliado a competência. Está sabendo jogar o mata-mata se defendendo bem em casa e marcando fora.

O Palmeiras não pode deixar a eliminação abalar a equipe e precisa continuar remando. Não é um esquadrão repito, mas pode sim brigar por algo melhor.

Valeu mata-mata.

Por Ederson Manoel

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Já roeu o osso São Paulo?


As diferenças ficam evidentes quando você serve um prato de comida para uma pessoa esfomeada e para outra que já esta satisfeita.

A esfomeada vai com muita vontade. Devora o prato de comida com uma voracidade que chega a ser angustiante. Não deixa sobrar absolutamente nada e lambe os lábios com a sensação de querer ainda mais.

O satisfeito vira a cara ou desdenha do prato que lhe é servido, muitas vezes come apenas em respeito daquele que vos serve e alguns até reclamam.

Sabemos que o São Paulo tem sim os seus problemas. Que a Sul Americana não é nada convidativa quando se disputa um titulo Brasileiro e que o adversário Ceará não é uma equipe boba.

O problema é que o primeiro tempo das duas equipes foi daqueles que já havia ruído o osso e sentiam-se satisfeitos ‘sobre a mesa’.

O Ceará achou que poderia vir ao Morumbi e mesmo contra um tricolor desinteressado, conseguiria se agarrar ao resultado do Presidente Vargas, vitória magra por 2×1, e conseguir assim a classificação para próxima fase.

Cometeu um equivoco grave.

O São Paulo também desinteressado jogou um primeiro tempo muito ruim. Mais uma vez perdido, desinteressado, acéfalo, errando diversos passes e até certo ponto nervoso.

Porém, alguém com um pouco de inteligência deve ter descido ao vestiário tricolor durante o intervalo e de forma verdadeira e direta comunicado aos jogadores que um pouquinho de vergonha na cara, vontade e ‘fome’, seria possível passar o carro sobre a carroça desembestada.

O segundo tempo todo mundo já sabe como foi. Com um pouco mais de foco, de vontade e com a mesma equipe do primeiro tempo, o São Paulo definiu o jogo e a classificação na Sul Americana.

De fato a equipe tem problemas na sua armação, sente falta do centro avante mas o que não se pode admitir, é o cara vestir essa camisa e não reder o melhor de si.

Hoje não adianta criticar Adilson, reclamar do frágil Fernandinho, da má fase de Lucas ou de qualquer outro fator. Hoje o São Paulo conseguiu mostrar para o torcedor que o problema não está só na parte técnica ou tática, mostrou que tem faltado comprometimento e vontade.

O engraçado dessa situação é que fora Rogério Ceni, Rivaldo, Juan e Dagoberto (desculpem os amigos se me falhar a memória), jogadores com currículo de conquistas no Brasil e no mundo, o restante dos atletas ainda tem muito a conquistar para já se sentirem satisfeitos.

Para conquistar o exito no São Paulo, no Brasil e na carreira não basta só vestir essa camisa. É preciso muito mais.

Acorda São Paulo.

Por Ederson Manoel

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Crise no Palmeiras?

Olá amantes do futebol, de volta para falar da 'crise' no Palestra Itália.

O time do Palmeiras tem um problema muito sério dentro de campo. Bolas paradas, falhas de marcação bobas, tudo que a maioria dos times também tem apresentado no Brasileiro 2011. A diferença é que o Verdão tem um agravante, mas ele acontece fora de campo: sua diretoria.

Arnaldo Tirone e Robeto Frizzo começaram uma gestão no começo do ano, prometendo bons jogadores e menos gastos. Os gastos até foram um pouco cortados, porém tudo no Palmeiras se torna público.

Frases polêmicas, jogadores falando frases desnecessárias, tudo vai para a imprensa. A pergunta é: Por que a roupa suja não é lavada em casa no clube alvi verde?

Os diretores do Palmeiras precisam aprender a controlar mais o que falam. Tudo hoje no Brasil vira polêmica, tudo é motivo de capa de jornal, portanto o certo é saber o que falar, medir as palavras.

No caso do Kleber por exemplo. O jogador errou em falar publicamente sobre a desvalorização, mas o Tirone errou ainda mais ao responder publicamente, poderia ser resolvido internamente, com uma reunião ou algo do tipo.

Tudo no Palmeiras é motivo para crise, se não tem eles arrumam algo. Fato é que a diretoria pensa apenas no dinheiro que lhes convém e não pensam no clube, não estão nem aí se o que eles falam vai gerar uma crise, o que importa é a grana no bolso.

O único acerto está sendo no caso Felipão. Todos sabem que ele não tem uma boa relação com Frizzo, mas nesse quesito eles estão bem, pois um não está cutucando o outro e eles estão trabalhando profissionalmente.

E assim que tem que ser, por mais que alguem não se goste lá dentro (e tem muita gente) a diretoria alvi verde tem que guardar as coisas para serem resolvidas internamente, pois tudo nesse país é motivo de polêmica, e as vezes uma frase mal dita pode virar uma crise.

Por Lucca Peligotti

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As táticas e o Título



Durante a Copa do Mundo sub-20 muito se falou sobre as mudanças táticas de Ney Franco a frente da seleção brasileira.

E vejo uma coisa boa nisso tudo.

Geralmente, quando o técnico faz a convocação de uma seleção, seja ela qual for, várias são as ‘observações’ de todos os lados. Que digam Dunga e Mano Menezes, da nossa seleção principal.

Acompanhando os jogos dessa seleção desde o Sul-americano, pude ver como Ney Franco conhecia seu grupo. Ele fez algumas modificações entre o Sul-Americano e a Copa do Mundo, e mostrou que as mudanças não foram a toa.

Ney Franco manteve uma base, sabia as características de seus jogadores e sabia da fase de cada um, coisa que em uma competição curta é muito importante.

As mudanças mais freqüentes durante os jogos do Mundial foram na lateral e na zaga, onde o Brasil nos dava sufoco. Danilo era deslocado para o meio e por incrível que pareça, Casemiro foi o escolhido para ficar na zaga a partir da fase final do campeonato.

Uma mudança muito questionada sobre a convocação foi a entrada de Negueba e o corte de Diego Mauricio, que foi ao Sul-americano e foi peça importante.

Pois aí defendo o técnico brasileiro, que sabia que precisaria de um jogador mais rápido e não de força já que ele contava com Henrique e Willian.

Falado tudo isso, tenho de dar os parabéns ao técnico e também ao grupo, pois quando não conseguiu ser superior em técnica conseguia ser superior em raça, em vontade.

O grupo se mostrou muito mais forte nessa competição, pensando que o futebol é um esporte coletivo, quando no torneio continental o time canarinho buscava muito a individualidade de Neymar, Lucas e também de Oscar, que não fez um grande Sul-americano, mas retomou o bom futebol no Mundial e nos ajudou numa final espetacular.

Agora precisamos esperar e ver se eles continuarão a evoluir pra nos dar alegrias na seleção principal. Danilo já está convocado. Outros jogadores, crescendo técnica e psicologicamente poderão também ter chances com Mano, que ficou satisfeito em vê-los em ação na Colômbia.

PARABÉNS BRASIL!

Por André Teves

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Nada confiável

Nada confiável

O São Paulo, tri campeão por pontos corridos, sabe melhor do que ninguém que empatar e desperdiçar pontos como tem feito nos últimos jogos é fatal na briga pelo titulo.

Mais do que perder pontos em casa é desperdiçar como fez hoje diante do América Mineiro após abrir o marcador e ver o adversário empatar em cobrança de lateral e golaço de Kempes.

Verdade que a partida foi fraquíssima. O coelho, lanterna da competição tenta na base da vontade sair de uma situação delicadíssima, ultima colocação. Foi dessa maneira que conseguiu empatar com o tricolor dentro dos seus domínios mesmo com um futebol de péssima qualidade e muitas limitações. Resultado, diga-se de passagem, justo.

Quando coloco aos companheiros de blog que o São Paulo hoje não briga para ser campeão e que a terceira posição está de ótimo tamanho não é por acaso.

Desde a saída de Muricy Ramalho o São Paulo não consegue montar uma equipe que traga confiança ao seu torcedor.

Oscila ótimas e péssimas atuações e quando o ataque consegue equilíbrio a defesa falha e vice e versa.

Hoje não entrou disputando a liderança do campeonato. Entrou como se estivesse realizando um jogo qualquer sem pretensões de somar, parece ter esquecido que disputa pontos corridos.

Mal distribuído taticamente, sobretudo no primeiro tempo, erra muito na distribuição, no tempo de bola e na marcação. Invariavelmente seus meias, volantes e laterais são amarelados como fruto de chegadas atrasadas.

Na defesa um numero infindável de falhas em cruzamentos como aconteceu contra Atlético de Goiás, Atlético do Paraná e hoje em pasmem, cobrança de lateral.

A impressão muitas vezes é de uma equipe desentrosada e ruim quando na verdade, falta um pouco de qualidade.

Xandão não auxilia seu companheiro Rhodolfo que fica sobrecarregado. Welington não sabe se marca ou se avança. Lucas preso ao meio campo só aparece quando erra passes ou durante algumas trombadas e Rivaldo é o nosso centro avante.

Não considero Adilson melhor do que Carpegiani por exemplo. A única diferença é que o novo treinador não faz loucuras por um resultado, se preocupa mais com a marcação e por isso empata muito. Já era assim quando dirigia o Cruzeiro, única equipe onde teve sequencia de trabalho. Não tem a grife e a qualidade que a imprensa diz.

E assim o São Paulo segue causando cala frios na sua torcida.

Esse é o tricolor que disputa o título do campeonato Brasileiro de 2011. Imprevisível sim, confiável nunca.

Os resultados e a performance falam por si só.

Por Ederson Manoel

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Empacou

Empacou

Ontem me dei o direito de escolher qual partida acompanhar pelo brasileiro 2011 e mesmo com o líder Corinthians atuando em Sete Lagoas contra o Galo em crise, decidi acompanhar a partida da Vila Belmiro entre Santos e Coritiba.

Antes que alguém me critique pela escolha, é bom lembrar que em campo estavam às sensações do primeiro semestre, duas das equipes mais ofensivas do país, um dos artilheiros da competição e duas grandes revelações e realidades da nossa seleção principal.

O Coritiba fez um belíssimo jogo. Uma equipe consciente em campo que pressionou o adversário o tempo todo e foi competente e soube fazer uso da sua velocidade. Mereceu a vitória.

A pergunta que todos fazem no momento é o que vem acontecendo com a equipe da Vila após a conquista da Libertadores?

Não considero respostas, mas as colocações abaixo podem clarear um pouco a cabeça do torcedor do alvinegro praiano.

Neymar e Paulo Henrique têm sofrido com a sequencia desgastante de partidas e viagens tanto pelo Santos, quanto pela seleção brasileira. O meia que atua em sequencia desde o retorno da lesão na coxa parece sentir bastante a rotina desgastante e por isso suas atuações estão abaixo do normal. Precisa de descanso e preparo para voltar a atuar em ótimo nível, seu biotipo é diferente dos demais atletas.

O atacante tem sentido apenas no final das partidas, sem duvida seu condicionamento é melhor do que a do meia.

Ontem Muricy fez o que muitos pediam, colocou Adriano na equipe titular e completou com o bom Henrique a trica de volantes que ainda contou com Arouca e não resolveu.

Por que?

Primeiramente o nível do campeonato Brasileiro é melhor do que a ultima Libertadores vencida pelo alvinegro praiano.

Segundo porque a equipe está relaxada, visivelmente desconcentrada e por isso a equipe tem sofridos uma média de gols muito acima do normal.

Sem a concentração que levou a equipe aos títulos do primeiro semestre, os erros são ainda mais evidentes e é só observar os últimos gols sofridos pela equipe evidenciando assim a falta de foco.

O Santos que está na zona do rebaixamento hoje precisa se reorganizar. Recuperar suas jóias físicamente e buscar um foco para a disputa do campeonato nacional.

Se hoje não existe a responsabilidade na competição já que a sua situação, classificado para a próxima Libertadores e na disputa pelo Mundial de Clubes, a equipe vai precisar reencontrar o foco para voltar a vencer e sair dessa situação incomoda.

Queiram ou não agora existe a responsabilidade de tirar o Santos da incomoda zona da degola.

Só assim vai poder se preparar devidamente para o Mundial e realizar o jogo tão esperado do ano contra o forte Barcelona.

Ta na hora de acordar peixe.

Por Ederson Manoel

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Era uma vez, K9

Olá amantes do futebol, de volta para falar de um jogador que jogou bem 6 meses no Palmeiras e depois só caiu de rendimento: Keirrison.

O que acontece com o K9? Começou no Coritba deixando todos os zagueiros perdidos, fazendo muitos gols, até chegar ao Palmeiras. No Palmeiras fez muitos gols e logo foi vendido para o Barcelona.

Talvez o problema tenha começado aí, na venda para o Barça.

Keirrison foi para a Europa sabendo que não iria ser titular no Barça e que ia ser repassado para alguma equipe? Ou foi achando que ia integrar a equipe catalã?

Fato é que o atacante foi emprestado para o Benfica, lá teve suas chances, mas fez um mísero gol. O tecnico chegou a pedir para o atacante sair do clube, e foi o que aconteceu. Ele foi para a Fiorentina.

Na Itália começou no banco, e depois de um tempo começou a ter chances. Em vez de um gol, fez dois gols.

Muito pouco para um atacante que chegou a interessar o Barcelona.

Sabendo que estava mal na Europa, Keirrison resolveu voltar para o Brasil, e vestiu a camisa do Santos. No Peixe chegou a ter o prestígio da torcida no começo, mas com a ‘seca’ de gols não deu em nada. Fez 10 gols em 30 jogos, e não agradou a torcida.

Então, Keirrison voltou para a Europa para integrar o time do Barcelona B. Ficou pouco tempo lá, pois despertou o interesse do Cruzeiro, clube onde jogará esse ano.

Será que o K9 finalmente vai engrenar? O Cruzeiro está em busca de um atacante, daquele famoso 9.

Brandão foi contratado e não deu certo, agora é a vez do K9 mostrar que ainda sabe fazer gols, que a fama não o iludiu, e que ele tem um bom futebol.

O maior problema dele é que as vezes parece que não está interessado no jogo, joga sem raça, coisa que a torcida preza muito. Vamos ver no que dá essa nova contratação do Cruzeiro, espero que o matador do Coritba volte com tudo, e não seja apenas um menino que foi para a Europa e não deixou saudades.

Por Lucca Peligotti

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